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Osteossarcoma

Volumoso processo expansivo comprometendo a medular óssea da tíbia proximal, com extensão para partes moles adjacentes, apresentando sinais de rotura da cortical com elevação e irregularidade periosteal compatível com lesão agressiva de etiologia primária e neoplásica.

O osteossarcoma é um tumor proveniente de matriz osteogênica, sendo o tumor ósseo maligno primário mais comum em pessoas jovens. Pode ter localização no interior do osso ou na sua superfície, sendo que neste caso pode ocorrer no osso cortical (intracortical), nas partes moles adjacentes (extra-ósseo) ou no periósteo (justacortical).
Os osteossarcomas justacorticais são formas raras (8% a 10% de todos os osteossarcomas) e podem ser classificados em três categorias: parosteal, periosteal e superficial de alto grau, sendo caracterizados pela sua origem, respectivamente, da camada externa do periósteo, da camada interna deste, ou de qualquer local do periósteo, porém histologicamente idêntico ao osteossarcoma convencional. O osteossarcoma parosteal, por sua vez, ainda pode ser subdividido na forma convencional e na forma desdiferenciada. O osteossarcoma parosteal é o subtipo mais comum dos osteossarcomas justacorticais, sendo responsável por 75% destes, e possui o melhor prognóstico.  A incidência mais alta ocorre na terceira e quarta décadas de vida e afeta mais freqüentemente as mulheres. A sua forma de apresentação mais comum é como uma massa pouco dolorosa localizada na região posterior distal do fêmur. Ocasionalmente, pode haver áreas de desdiferenciação para sarcoma de alto grau dentro da lesão de baixo grau pré-existente, tanto na apresentação do tumor (sincrônico) quanto após uma ou mais recorrências (metacrônico), passando a apresentar pior prognóstico. Os achados histológicos associados com a radiografia convencional são geralmente característicos e permitem a diferenciação do osteossarcoma parosteal dos outros osteossarcomas de superfície e das outras lesões com os quais eles são freqüentemente confundidos, sendo o prognóstico e a conduta determinados de acordo com a extensão e o grau histológico do tumor.

O papel mais importante da RM é sem dúvida determinar a extensão da lesão, pois a localização diafisária destas permite, muito comumente, uma ressecção segmentar do membro, poupando as superfícies articulares. Apesar de malignos e anaplásicos, estes tumores geralmente têm margens bem delimitadas, e caracteristicamente não penetram a cortical óssea, sendo o envolvimento medular um acontecimento muito raro. Por outro lado, a presença de alterações de sinal reacionais na medula óssea adjacente à lesão é muito freqüente. Para diferenciá-las do raro evento de infiltração tumoral, o padrão de sinal em geral não é de grande utilidade (ambos demonstram hipossinal em T1 e hipersinal em T2), devendo-se valorizar mais a distribuição da alteração de sinal. Deve-se inferir infiltração óssea apenas na presença de contigüidade entre a superfície tumoral e a área de sinal alterado.

SAIBA +

http://www.scielo.br/pdf/rb/v40n2/04.pdf

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-39842005000600003

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