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Tipos de Médico

É um grande equívoco tratar todas as carreiras dentro da medicina como coisas iguais. Arbitrariamente, basicamente, há talvez pelo menos 6 tipos de médicos:

1- Médico tipo 1: é o médico que vive exclusivamente da consulta médica, é o “clínico puro”. Ele não realiza nenhum tipo de exame ou procedimento. É, este profissional, o patinho feio, o verdadeiro “operário de chão de fábrica” da medicina. São exemplos deles: os clínicos, generalistas, homeopatas, geriatras, pediatras, endócrinos, reumatos, etc.

2- Médico tipo 2: esse tipo de médico envolve a consulta médica ( médico tipo 1), mas ele agrega mais algum tipo de rendimento e valor ao seu trabalho, pois ele realiza procedimentos diagnósticos e/ou terapêuticos. São eles: os gastros, cárdios, pneumos, dermatos, etc;

3- Médico tipo 3: esse tipo de médico envolve a consulta médica ( médico tipo 1), mas ele pode agregar ainda mais rendimento e valores ao seu trabalho, pois ele realiza procedimentos diagnósticos e/ou terapêuticos ( médico tipo 2), mas ainda pode fazer cirurgias. São eles: cirurgiões gerais e de aparelho digestivo, oftalmos, otorrinos, ortos, uros, etc;

4- Médico tipo 4: esse tipo de médico não faz consulta médica, e nem consultório tem. Ele trabalha em hospitais e clínicas especializadas, e realiza apenas procedimentos diagnósticos ou terapêuticos de média-alta complexidade. São exemplos deles: hemodinamicistas, radiologistas, radiologistas intervencionista, etc;

5- Médico tipo 5: esse tipo de médico vive apenas de realizar perícias e exames específicos. Exemplos: peritos em geral e médico legistas,

6- Médico tipo 6: São médicos que praticamente não exercem, ou nunca exerceram, funções clínicas, ou seja, são na verdade empresários, que vivem do rendimento de clínicas, hospitais, consultórios.

Bem. Talvez existam mais subtipos de médicos que poderiam ser acrescentados. A intenção desta divisão não é discriminatória, de dividir a categoria, mas para entender mais facilmente os diversos pontos de vista e interesses divergentes, e convergentes, dentro dela.

Tal divisão é apenas ilustrativa, para que se tenha uma ideia do quão heterogêna é a medicina, e da magnitude da variação das carreiras dentro da profissão.
Mas voltemos ao tema “descredenciamento”.

Dentre todas as carreiras, quais são aquelas mais propensas ao descredenciamento?

Claramente, o médico tipo 1 é o que mais se motivará pelo descredenciamento e do uso da Consu 8, até por falta de opções, até por necessidade, ou mesmo por condição de sobrevivência e viabilidade econômica.

Os médicos tipo 2 e tipo 3 relutam em fazê-lo, por temores variados, e dificilmente o farão, o mesmo provavemente valendo para os demais.
Assim, aos clínicos, por paradoxal que pareça, o sol parece ter raiado primeiro; para o patinho feio, para o operário de chão de fábrica da medicina, o descredenciamento parece ter-se viabilizado antes que aos demais.

Para eles, o descredenciamento é a salvação de suas carreiras!

Que eles não esperem os demais colegas, nem esperem deles estímulos e encorajamento , pois estes não acreditam, nem talvez sequer ousarão tão cedo seguir seus passos!
O clínico, com o descredenciamento/não credenciamento e o uso da Consu 8, ao que parece, virá na frente, dando exemplo de ousadia, como muitos já vem fazendo Brasil afora, e mudando para muito melhor sua carreira profissional.

E só mais tarde os demais ousarão seguir seus passos.
Ou não.

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