Get Adobe Flash player

Patrocinador


 Powered by Max Banner Ads 

Megaesôfago


Esofagopatia chagásica

O exame radiológico constitui o método mais importante no diagnóstico da esofagopatia chagásica, sendo necessária avaliação dinâmica por meio de intensificador de imagem para ideal configuração morfofuncional.

Os diferentes padrões de apresentação morfológica levaram diversos autores a propor classificações baseadas no estudo radiológico. A classificação de Rezende, em quatro grupos, sob técnica padronizada, expressa o consenso da maioria dos autores:
Grupo I – Esôfago de calibre aparentemente normal ao exame radiológico. Trânsito lento. Pequena retenção na radiografia tomada um minuto após a ingestão de sulfato de bário.

Grupo II – Esôfago com pequeno a moderado aumento do calibre. Apreciável retenção de contraste. Presença freqüente de ondas terciárias, associadas ou não a hipertonia do esôfago.

Grupo III – Esôfago com grande aumento de diâmetro. Atividade motora reduzida. Hipotonia do esôfago inferior. Grande retenção de contraste.

Grupo IV – Dolicomegaesôfago. Esôfago com grande capacidade de retenção, atônico, alongado, dobrando-se sobre a cúpula diafragmática.

A caracterização do grupo I está baseada nos seguintes aspectos: diâmetro esofagiano normal (menos de 3,2 cm); retenção de bário no esôfago com nível perpendicular à parede esofagiana; presença de ar acima da coluna de bário associada a lúmen completamente aberto. Tais achados compõem a denominada “prova de retenção positiva”, que pode identificar muitos casos da forma anectásica (sem dilatação) desta afecção.

A Organização Mundial da Saúde adotou tal classificação com acréscimo do grupo zero (antecedendo ao grupo I), para os casos assintomáticos e sem retenção esofagiana ao estudo radiológico, nos quais existe certo grau de desnervação demonstrável por testes farmacológicos.

À avaliação com meio de contraste baritado observa-se afilamento cônico, simétrico, com aspecto em “cauda de rato” ou “bico de pássaro” no segmento distal do esôfago, correspondente à área de acalásia. O trânsito por esta região é provocado quando a pressão hidrostática da coluna de bário atinge determinado nível crítico capaz de vencer a resistência esficteriana.

Saiba +

Megaesofago

Os comentários estão encerrados.

Consultoria

Make a Donation Button

Avalie o site

Avalie o site

  • Excelente (96%, 80 Votes)
  • Bom (4%, 3 Votes)
  • Ruim (0%, 0 Votes)
  • Pode melhorar (0%, 0 Votes)
  • No Comments (0%, 0 Votes)

Total Voters: 83

Loading ... Loading ...

+ acessados aqui

RSS CBR