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Hemorragia encefálica traumática

O traumatismo cranioencefálico (TCE) é definido como uma agressão ao cérebro causada por uma força física externa, que pode produzir um estado diminuído ou alterado de consciência, resultando em comprometimento das habilidades cognitivas ou do funcionamento físico. Pode ser temporário ou permanente e provocar comprometimento funcional parcial ou total.

O TCE constitui um dos principais problemas de saúde pública mundial, apresentando elevada e crescente incidência no mundo de hoje e representando importante causa de morbimortalidade entre adolescentes e adultos jovens. Ele contribui diretamente para os óbitos decorrentes de causas externas, as principais representadas por acidentes automobilísticos, quedas, agressões e atropelamentos. No Brasil, em 2008, as maiores taxas de mortalidade por estas causas foram encontradas nas regiões Sudeste e Nordeste.

A avaliação inicial do paciente vítima de TCE inclui a escala de coma de Glasgow (ECG), dados relativos ao acidente e tomografia computadorizada (TC). É imprescindível a determinação da causa do traumatismo, a intensidade do impacto, a presença de sintomas neurológicos, convulsões, e sobretudo, documentar qualquer relato de perda de consciência, tempo decorrido entre o acidente e o exame, vômitos e crises convulsivas.

No TCE moderado, o achado mais comum também é o hematoma subgaleal (100%). Fraturas ósseas, hemorragia subaracnoidea, área de contusão cerebral com sufusão hemorrágica e edema cerebral difuso tiveram, aproximadamente, a mesma incidência (50%). Verificou-se, em diversos estudos, que no TCE moderado as principais alterações tomográficas foram os hematomas externos, as fraturas e as contusões; no nosso estudo, entretanto, observamos taxas mais elevadas de todas as alterações, como a hemorragia subaracnoidea.

No TCE grave observa-se aumento significativo de todos os achados na TC, com taxa de 100% de anormalidades, sendo as mais comuns a hemorragia subaracnoidea em 62,5%, as fraturas craniofaciais em 62,5%, as fraturas de base de crânio em 37,5% e três ou mais achados em 68,7%. Metade dos pacientes com edema cerebral difuso apresentou TCE grave.

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