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Cisto hidático


 

A doença hidática é uma zoonose mundial ocasionada pelo estágio larval do Echinococcus e endêmica no sul da América Latina, Bacia Amazônica, Mediterrâneo, oeste da Europa e Oceania.

A espécie mais importante é o E. granulosus, que forma o cisto hidático. O cão é o hospedeiro definitivo, o carneiro é o principal hospedeiro intermediário e o homem pode também vir a ser hospedeiro. A contaminação humana corre pelo contato com o hospedeiro definitivo ou pela ingestão de água e vegetais contaminados.

O fígado é o órgão mais acometido (75%), seguido do tórax (15%) e outros órgãos, como baço, rim, osso e sistema nervoso central (10%).

O cisto hidático se desenvolve cinco dias após a contaminação.

Cresce cerca de 1 cm nos primeiros seis meses e 2-3 cm por ano, dependendo da resistência do tecido do hospedeiro.

Apresenta três camadas na sua constituição. A camada mais externa, ou pericisto, são células modificadas do hospedeiro formando uma zona protetora densa e fibrosa. A camada média é uma membrana laminada, acelular e permite a passagem de nutrientes. A camada interna, ou germinai, é a parede do cisto onde fica o escólex (forma larval do parasito). A parede verdadeira ou endocisto é composta pela camada germinai (interna) e membrana larninada (média).

No fígado, o cisto hidático é mais comum no lobo direito. Os achados de imagem dependem fundamentalmente da fase e do estágio de crescimento do cisto (unilocular, com vesículas/ cistos-filhos, parcial ou totalmente calcificado).

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