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Glioma do tronco encefálico


Os gliomas constituem 40% a 45% de todos os tumores intracranianos. Eles incluem todos os tumores cere­brais primários de origem astrocitária, oligodendroglial ou ependimal – astrocitomas, oligodendrogliomas e ependimomas, assim como carcinomas e papilomas do plexo coróide.

Outra localização relativamente comum do astroci­toma difuso de gradação baixa na infância é o tronco cere­bral. Os gliomas do tronco cerebral constituem de 10% a 20% de todos os tumores cerebrais pediátricos. A idade do pico de ocorrência é dos 5 aos 10 anos. Esses tumores ocorrem principalmente na ponte, mas envolvem comu­mente o mesencéfalo e a medula oblonga e podem se estender até a medula espinhal cervical superior.

Apesar de sua proximidade do aqueduto e do quarto ventrículo, um crescimento considerável do tumor pode ocorrer sem causar a obstrução do sistema ventricular.

Os gliomas do tronco cerebral aparecem tipicamente à TC como expansões assimétricas, heterogeneamente hi­podensas e isodensas, difusas e mal definidas da ponte e da medula oblonga, com um deslocamento dorsal do asso­alho do quarto ventrículo e do aqueduto e uma pressão ventral sobre a cisterna pontina. Apesar da pressão do tumor sobre o aqueduto e o assoalho do quarto ventrículo, a hidrocefalia é um achado relativa­mente tardio.

À RM, os astrocitomas difusos de gradação baixa parecem relativamente homogêneos e evidenciam graus variáveis de relaxamento Tl e T2 prolongado. Eles parecem, portanto, homogeneamente hipointensos às imagens Tl ponderadas e hiperintensos às imagens T2 ponderadas em comparação ao cérebro normal.

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