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Coledocolitíase em Tomografia

Imagem de cálculo único e hiperdenso em cortes tomográficos axiais, localizado na topografia do ducto hepatocolédoco distal.
Cortes tomográficos em plano coronal demonstrando a presença de cálculo hiperdenso impactado no ducto hepatocolédoco distal.
Cortes axiais utilizando contraste oral e venoso
Cortes Coronais
com reconstrução em MIP
Cortes tomográficos axiais com reconstrução em MIP demonstrando imagem de cálculo hiperdenso impactado no ducto hepatocolédoco distal

A coledocolitíase decorre da migração do cálculo biliar para a via biliar comum na maior parte dos casos. O diagnóstico da coledocolitíase é feito com base no quadro clínico e na realização de exames laboratoriais e de imagem.

Os exames de imagem podem ser divididos em: pré, intra e pós-operatórios. Os pré-operatórios tem como destaque a colangiopancreatografia por ressonância magnética (CPRM), o ultrassom endoscópico (UE) e a colangiopancreatografia retrógrada endoscópica (CPRE). Como intra-operatórios, colangiografia intraoperatória (CIO) e o ultrassom laparoscópico (UL) tem sido os mais relatados pela literatura.

Nesses dois casos demonstrados aciam identifiquei o cálculo no exame de tomografia computadorizada em virtude da sua densidade aumentada, bastante hiperdenso(branco), o que talvez não seria possível caso sua densidade fosse menor pela atual metodologia empregada, o que evitou a necessidade de serem realizados outros exames que poderiam gerar mais custos adicionais.

No segundo caso, observe que a densidade do cálculo era menor, mais escuro, dificultando a sua adequada identificação, porém a localização era basicamente a mesma, no terço distal do ducto hepatocolédoco.

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