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Radiologista

“Médico que é especialista em radiologia”
Fonte: Dicionário Michaelis

O que é ser um médico radiologista?
Fonte: Brasil Profissões

No Brasil a radiologia ou diagnóstico por imagem é conhecida como uma das especializações da medicina, ciência que estuda órgãos ou estruturas através da utilização de raios-x que envolve um processo de revelação. Esses avançados aparelhos permitem, através de imagens do corpo humano, definir e diagnosticar doenças. O médico radiologista é o profissional responsável pela realização de exames, análise e interpretação das imagens obtidas através de raios-x e, também, pela emissão de laudos ou relatórios. O radiologista, bem como todos os profissionais da área da saúde, devem priorizar o bem-estar da sociedade e dos pacientes, e, por isso, devem seguir à risca o Código de Ética Profissional.

Quais as características necessárias para ser um radiologista?
Primeiramente, o indivíduo que se propõe a fazer medicina deve ter grande gosto por ler e estudar, já que a profissão demanda anos de dedicação.

Qual a formação necessária para ser um radiologista? 

O profissional que for seguir a carreira de radiologia deverá ter uma formação de curso superior completa em medicina, para então se especializar em Radiologia e Diagnóstico por Imagem curso devidamente reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina. O curso envolve uma variedade de técnicas e inclui Radiologia Convencional, Radiologia Contrastada, Ultra-Sonografia, Medicina Nuclear, Tomografia Computadorizada, Ressonância Magnética e Densitometria. Durante ou após a especialização o médico radiologista deve fazer residência medica para colocar em prática os conhecimentos aprendidos no curso. O programa de residência deve oferecer o mínimo de três anos de educação supervisionada por profissionais altamente qualificados (incluindo férias e períodos de congressos) nos campos de Radiologia ou Diagnóstico por Imagem.

Portanto, o médico radiologista tem necessidade de atualização constante e que exige muita dedicação, através da participação em eventos, reuniões científicas e discussões de casos.

Um pouco de História

Em 8 de novembro de 1895, Wilhelm Konrad Roentgen descobre a existência e a produção da radiação X. Hoje, sabe-se que esses raios eram correntes de elétrons, que são liberados pelo rápido movimento dos íons do gás bombardeando a superfície de um cátodo aquecido. Os íons são produzidos durante a descarga do gás. Os elétrons chocam-se contra a superfície de vidro, perdem sua energia, o vidro fica aquecido e pode-se observar efeitos luminosos (luz verde ou azul, dependendo da composição química do vidro). A superfície aquecida da parede de vidro é a fonte de raios-X.
Desde esta época, até os dias de hoje, surgiram várias modificações nos aparelhos iniciais objetivando reduzir a radiação nos pacientes, pois acima de uma certa quantidade sabia-se que era prejudicial à saúde. Assim surgiram os tubos de Raios X, diafragmas para reduzir a quantidade de Raios X e diminuir a radiação secundária que também piorava a imagem final.
Em 1920, iniciaram-se os estudos relativos à aplicação dos raios-X na inspeção de materiais dando origem à radiologia industrial.
No Brasil, Manuel de Abreu desenvolveu a Abreugrafia, um método rápido de cadastramento de pacientes para se fazer radiografias do tórax, tendo sido reconhecida mundialmente.

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