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Ultra-sonografia

Realização de exame de ultrassonografia. Competência do médico radiologista ou com certificado de área de atuação em ultrassonografia. Impossibilidade de realização por técnicos ou tecnólogos em radiologia, biomédicos etc.

A ultrassografia é exame de imagem que faz parte do rol daqueles ínsitos à especialidade de radiologia e diagnóstico por imagem, razão pela qual a sua realização é da competência do médico radiologista e/ou detentor de Certificado de Área de Atuação em ultrassonografia, conforme artigo 1º da Resolução CFM nº 1361/92.
O só fato do médico assistente especializado no funcionamento do(s) órgão(ãos) que será(ão) observado(s) e retratado(s) nas imagens obtidas pela ultrassonografia, não permite que seja retirado do radiologista e/ou detentor de Certificado de Área de Atuação em ultrassonografia a competência específica para a realização do referido exame de imagem, que diga-se, é objeto de seus estudos de especialização e área de atuação.
Não há conflito entre as especialidades, pois, sendo a ultrassonografia exame de imagem a competência é do radiologista e/ou detentor de Certificado de Área de Atuação em ultrassonografia, podendo ser assistido por outros especialistas, caso seja necessário.
Assim, em ordem a evitar desdobramentos indesejados na prática médica, e em plena coerência com o movimento de defesa das especialidades, este Colegiado defende a necessidade do profissional possuir conhecimentos específicos e devidamente certificados pelo órgão competente, de tal forma que o exame de ultrassonografia deve ser executado por médico radiologista e/ou detentor de Certificado de Área de Atuação em ultrassonografia.
Portanto, sendo vedada a realização de atos ou atribuições exclusivas da profissão médica a qualquer outro profissional, inclusive ao Técnico ou Tecnólogo em radiologia, biomédico etc, ressalta-se ser de competência exclusiva do médico a execução, supervisão e interpretação do exame de ultrassonografia.
Em alguns países, como Estados Unidos e Inglaterra, a ultra-sonografia pode ser realizada por técnicos, tecnólogos, enfermeiros ou outros profissionais paramédicos. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina normatizou o procedimento em 1992. A resolução CFM no 1.361/92 normatiza como de exclusiva competência do médico a realização e interpretação da ultra-sonografia em seres humanos, bem como a emissão do respectivo laudo.
A ultra-sonografia é uma técnica médica, não invasiva, utilizada para reproduzir imagens dinâmicas – observadas em tempo real dos órgãos internos, tecidos, rede vascular e fluxo sanguíneo, auxiliando, complementando e interagindo com outras especialidades médicas.
É um método que não utiliza nenhum tipo de radiação e não apresenta efeitos colaterais.
A ultra-sonografia tridimensional (3D) adiciona vantagens ao método tradicional (2D) porque permite uma reconstituição mais fiel e mais nítida da imagem, complementando as informações.
Essa maior precisão é importante para que o médico avalie com maior segurança a área examinada, auxiliando na detecção de possíveis alterações e anormalidades.
Este recurso, muito utilizado nos exames de ultra-sonografia obstétrica, permite ainda que se vejam as imagens tridimensionais em movimento (4D), contribuindo para que a visualização e o acompanhamento da movimentação fetal sejam feitos de forma mais precisa.
Aliada ao Doppler Colorido, a ultra-sonografia propicia a obtenção de informações sobre os órgãos e seu respectivo fluxo sanguíneo, permitindo a investigação detalhada e não invasiva da hemodinâmica corporal, que pode ser avaliada quantitativa e qualitativamente, não só do ponto de vista morfológico, mas também funcional.
Para a realização do exame ultra-sonográfico é necessário que se aplique uma pequena quantidade de gel sobre a superfície da pele para remover o ar e permitir, por meio de um transdutor, a transmissão de ondas sonoras até a área a ser examinada.
Essas ondas sonoras são convertidas pelo sistema de ultra-som em imagens seccionais ou tridimensionais, que podem ser adquiridas em qualquer orientação espacial.
Este método é utilizado ainda para a localização de lesões, dando subsídios para o especialista sobre a necessidade ou não de uma biópsia, e para guiar a agulha no procedimento de uma punção.
Na técnica ultra-sonográfica convencional (2D) a visualização é feita ao mesmo tempo em que o exame é realizado, não havendo necessidade de processamento posterior.

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