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Doença intersticial pulmonar: espesamento dos interstícios pulmonares, septos interlobulares.

Sinais de doença intersticial aguda: espessamento das fissuras interlobulares, linhas de Kerley, englobamento peribronquial, borramento das sombras periilares, nebulosidades das impressões vasculares, aumento da densidade nas bases, pequenos derrames pleurais.

Sinais de doença intersticial crônica: superfície pleural visceral irregular, reticulações, nodularidade(em 90% relacionada a infecções/processo granulomatoso não infeccioso, malignidade meta, pneumoconiose, amiloidose), linearidade(edema intersticial pulmonar cardiogenico/não cardiogenico, malignidade linfangítica, desordens difusas da parede bronquial tipo fibrose cística, bronquiectasias, asma, hipersensibilidade), formação de favo de mel (radiolucencias circulares <1cm realçadas num fundo de densidade pulmonar aumentada, pulmão em estágio terminal).

Doença pulmonar intersticial com volume pulmonar aumentado: ELECTS; enfisema com doença pulmonar intersticial, linfangiomatose, granuloma eosinofilico, fibrose cística, esclerose tuberosa, sarcoidose.

Reticulações finas e difusas: edema intersticial agudo (insuficiência cardíaca congestiva, sobrecarga de volume, uremia, hipersensibilidade), pnm intersticial aguda (pnm viral, micoplasma, PCC) HELP hipersensibilidade, edema, linfoproliferativo, pneumonite viral.

O termo  pneumonia intersticial descamativa foi introduzido por Liebow, acreditando que as células presentes nos espaços alveolares eram células epiteliais descamadas. Atualmente é bem reconhecido haver um acúmulo de macrófagos intra-alveolares mais do que a descamação de células epiteliais. O último consenso da ATS/ERS  considerou modificar este termo para  pneumonia macrofágica alveolar, que seria um termo mais acurado, entretanto devido a sua raridade e, provavelmente, à consagração pelo uso, foi decidido manter essa nomenclatura. Durante muitos anos permaneceu a dúvida se FPI e PID eram estágios diferentes de uma mesma doença. Em 1978, Carrington publicou uma série de casos de PID e FPI, concluindo que a classificação histológica e o grau de fibrose permitiam predizer o prognóstico e a resposta ao tratamento, os quais não podiam ser deduzidos de outros dados. Além disso, a comparação de grupos com fibrose leve e moderada em PID tratada com grupos correspondentes de pacientes com FPI tratada mostrou melhor prognóstico para os pacientes com PID. Nas publicações recentes, a PID tem sido classicamente classificada com uma entidade clínico-patológica separada PID é uma entidade rara, com incidência menor do que 3% dos casos de doença pulmonar intersticial. Acomete quase invariavelmente tabagistas entre a 4a  e 5a décadas de vida, cerca de 10 anos mais cedo do que em pacientes com FPI. Todos os estudos demonstraram uma preponderância masculina, sendo os homens afetados quase o dobro em relação às mulheres. A maioria dos pacientes apresenta-se com uma doença insidiosa subaguda, com duração de semanas a meses, caracterizada por dispnéia e tosse, podendo progredir para insuficiência respiratória. Hipocratismo digital ocorre em cerca de 50% dos pacientes. Dados epidemiológicos relativos às PII são raros na literatura  nacional. A radiografia de tórax mostra alterações menos intensas quando comparadas com FPI e pode ser normal em até 20% dos casos. Alterações radiográficas de PID incluem opacificação em vidro fosco disseminado, com predileção pelas zonas inferiores e, ocasionalmente, de predominância periférica. Uma textura granular ou nodular foi descrita. Vidro fosco está presente na TC de todos os casos de PID, com predominância nas áreas inferiores na maioria dos casos (73%), distribuição periférica em 59% dos casos e irregular em 23% . A distribuição é difusa e uniforme em 18%. Opacidades lineares irregulares e padrão reticular são freqüentes (59%), porém limitadas em extensão e usualmente confinadas nas bases pulmonares. Faveolamento é visto em menos de um terço dos casos, sendo usualmente periférico e pouco extenso. Condições que devem entrar no diagnóstico diferencial de PID do ponto de vista radiológico incluem BR-DPI, pneumonia de hipersensibilidade aguda ou subaguda.

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