Get Adobe Flash player

Patrocinador


 Powered by Max Banner Ads 

Aprisionamento aéreo: Retenção de excesso de gás (ar) em todo ou em parte do pulmão, especialmente durante a expiração, como resultado de uma obstrução parcial ou completa de vias aéreas, ou secundária a uma anormalidade focal da complacência pulmonar. O aprisionamento aéreo é reconhecido na fase expiratória como uma redução da atenuação do parênquima pulmonar, eviden-ciada, sobretudo, por uma densidade menor quea habitual e ausência de redução devolume.

Atelectasia: Redução volumétrica do pulmão decorrentede uma menor aeração de uma parte ou de todoo pulmão.Manifesta-se como um aumento daatenuação do parênquima pulmonar associado à redução de volume, caracterizado pelo desloca-mento das fissuras, das estruturas mediastinaisou do diafragma e pela aproximação das estru-turas broncovasculares do parênquima envolvido.A distribuição pode sersubsegmentar, segmentar, lobar ou envolvertodo um pulmão. Pode também ser qualificada,segundo a forma, como laminar (discoide) ou redonda. Nos estudos com contraste iodado,o realce homogêneo do parênquima pulmonar pode ajudar na diferenciação com consolidação. O termo “colapso” pode ser utilizadona presença de atelectasia completa de um loboou de todo o pulmão.

Atelectasia laminar Área focal de atelectasia subsegmentar comconfiguração linear ou discoide, quase sempre seestendendo até a pleura. Geralmentehorizontal ou oblíqua, mas pode também serorientada verticalmente. A espessura podevariar de alguns milímetros a mais de 1 cm. Sinônimo: atelectasia discoide.

Atelectasia redonda: Atelectasia de forma arredondada ou ovalque decorre de aderência do parênquimapulmonar adjacente à área de espessamentopleural, como ocorre, por exemplo, na doençapleural relacionada ao asbesto ou na resoluçãode empiema.Manifesta-se como uma opacidade focal arredondada para a qual convergemestruturas broncovasculares (sinal da cauda de cometa) com base pleural junto à área de espessa-mento da pleura Apresenta realce homogêneo ao contraste iodado endovenoso.

Banda parenquimatosa: Opacidade linear, geralmente periférica, na maioria das vezes em contato com a superfície pleural, que pode estar espessada e retraída nolocal de contato. Usualmente temespessura de 1-3 mm e se estende por menosde 5 cm.Costuma ter distribuição horizontal(perpendicular à superfície pleural), mas pode seroblíqua. Geralmente traduz fibrose pleuroparenquimatosa. Distorções da arquitetura pulmonarcostumam ser identificadas. Bandas parenqui-matosas são mais frequentemente encontradasem pacientes expostos ao asbesto.

Bola fúngica: Resulta da colonização fúngica de cavidadespulmonares preexistentes, geralmente secun-dárias à tuberculose ou à sarcoidose, mas podetambém ocorrer dentro de cistos (por ex.: cistobroncogênico), bolhas e brônquios dilatados.Na maioria das vezes, a colonização é causada por Aspergillus spp., sendo comum, nesse caso,o uso do termo “aspergiloma”. Representa umenovelado de hifas associado a muco, fibrina e restos celulares. Na TC, apresenta-se como umaimagem de uma massa, arredondada ou oval,com tendência a mover-se para uma localização pendente com a aquisição de imagens em decúbitos diferentes Outros achados comuns da bola fúngica incluem a presença do“sinal do crescente aéreo”, calcificação amorfano interior da lesão, aspecto espongiforme da lesão e espessamento pleural adjacente. O termo“bola fúngica” não deve ser utilizado como sinônimo de “micetoma”, por representarem processos diferentes.

Bolha: Área focal hipodensa que apresenta paredesbem definidas e lisas que não ultrapassam 1 mm de espessura. Geralmente de conteúdo gasoso, mas pode ocasionalmente ternível líquido. Em geral, associa-se a outros sinaisde enfisema pulmonar e apresenta localização parasseptal (achados que auxiliam na dife-renciação de cistos na TC). Tipicamente mede1 cm ou mais de diâmetro. Bolhas menores que 1 cm, localizadas na pleura visceral ou na regiãopulmonar subpleural, são denominadas de blebs  na língua inglesa. As blebs de localização apical são frequentemente responsáveis pelo pneumo-tórax espontâneo primário. O termo em inglês de bolha é bulla

Broncocele: Dilatação brônquica com retenção de secre-ções (impactação mucóide), geralmente causadapor obstrução proximal, que pode ser congênita(por ex.: atresia brônquica) ou adquirida (porex.: aspergilose broncopulmonar alérgica). A broncocele apresenta-se como uma imagem tubular ou ramificada que se assemelha a um dedo de luva. Na TC, pode-se observar,em casos de atresia brônquica, uma redução daatenuação do parênquima distal à lesão.

Broncograma aéreo: Tradução radiológica da identificação debrônquio(s) contendo ar, circundado(s) por parên-quima pulmonar doente, onde o ar dos espaçosaéreos foi substituído por um produto patoló-gico qualquer, radiologicamente mais densoque o ar (por ex.: transudato, exsudato, sangue,produto de acúmulo ou células neoplásicas). Emgeral, é a expressão utilizada quando se iden-tifica uma imagem tubular gasosa (hipodensa),no interior de uma área de pulmão opacificado. Essa imagem tubular deve ter otamanho e a orientação usual de um brônquio oude vários brônquios, presumivelmente represen-tando um segmento da árvore brônquica

Bronquiectasia:

Dilatação brônquica irreversível, que pode ser focal ou difusa. Geralmente decorre de infecçãocrônica, obstrução das vias aéreas proximais ou anormalidades brônquicas congênitas. Os achados morfológicos na TCAR incluem o diâmetro interno do brônquio maiordo que o da artéria pulmonar adjacente (sinal do anel de sinete); a perda do afilamentogradual do brônquio, definido como a manu-tenção do calibre por mais que 2 cm, distal à bifurcação (aspecto em “trilho de trem”); e aidentificação de via aérea a menos de 1 cm dasuperfície pleural. Bronquiectasias são frequen-temente acompanhadas de espessamento dasparedes brônquicas, impacção mucoide e alte-rações de pequenas vias aéreas.

A patologia define três tipos de bronquiectasia, a dependerda aparência do brônquio acometido: cilíndrica,varicosa e sacular (ou cística).Ver tambémSinal do anel de sinete

Bronquiectasia e bronquiolectasia de tração: Referem-se, respectivamente, à dilataçãobrônquica e bronquiolar, causada pela retraçãodo parênquima em decorrência de fibrose. Manifestam-se como dilatações brônquicas e bronquiolares, geralmente irregulares, associadas à distorção do parênquimapor fibrose e a outras alterações pulmonares(principalmente opacidades reticulares, opaci-dade em vidro fosco e consolidação). Possuem aspecto tubular, cístico ou microcístico (bronquíolos localizados na periferia), a depender darelação do eixo do brônquio ou do bronquíolo com o corte da TC. Esse último aspecto pode ser confundido com faveolamento, outra frequente alteração associada à fibrose pulmonar.

 

Cavidade (escavação): Representa espaço que contém gás, com ou sem nível líquido, dentro de um nódulo, massa ouconsolidação pulmonar. Geralmente ocorre pela eliminação ou pela drenagem da parte necrótica pela via aérea ou para o espaçopleural. As paredes costumam ter contornosirregulares e medir mais de 1 mm de espessura. “Cavidade” não é sinônimo de “abscesso”.O termo “cavitação” não deve ser usado como sinônimo de “escavação”: na língua portuguesa,“cavitação” tem significado diferente, e seu usoé incorreto.

 

Cisto: Cisto é qualquer espaço arredondado, bemcircunscrito, que é circundado por uma paredeepitelizada ou fibrosa, de espessura variável. NaTC, caracteriza-se por uma área arredondada debaixo coeficiente de atenuação no parênquimapulmonar com uma interface bem definida como pulmão normal adjacente

A espessura da parede do cisto pode variar, sendo normalmente fina (< 2 mm). Cistos geralmente contêm ar, mas, ocasionalmente, podem conter líquido (por ex.: cisto broncogênico) ou mesmoalgum material sólido.

 

Consolidação: Representa o preenchimento, com substituição do ar, dos espaços alveolares por umproduto patológico qualquer, como, por exemplo,exsudato inflamatório (pneumonia), transudato(edema), sangue (hemorragia alveolar), lipoproteína (proteinose alveolar), gordura (pneumonialipoídica), células (carcinoma bronquioloalve-olar, linfoma, pneumonia em organização) ouconteúdo gástrico (pneumonia aspirativa). NaTC, manifesta-se como um aumento da atenu-ação do parênquima pulmonar que impede avisualização dos vasos e dos contornos externosdas paredes brônquicas. Broncogramas aéreos podem ser encontrados. O valorde atenuação do parênquima consolidado, aoexame de TC sem contraste, raramente é útil nodiagnóstico diferencial, exceto em algumas situ-ações (por ex.: baixa atenuação na pneumonia lipoídica e alta atenuação na toxicidade poramiodarona

 

Enfisema pulmonar: Aumento permanente do espaço aéreodistal ao bronquíolo terminal, com destruiçãodas paredes alveolares.

O critério histológicoadicional de “ausência de fibrose óbvia” temsido questionado porque algum grau de fibroseintersticial pode estar presente em consequ-ência do tabagismo. O enfisema é classificadode acordo com a região do ácino acometida:proximal (enfisema centroacinar ou centrolo-bular), distal (enfisema parasseptal), ou todoo ácino (enfisema panacinar ou panlobular).  Os achados tomográficos são de áreas de baixaatenuação, tipicamente sem paredes visíveis

 

Enfisema centroacinar: Destruição das paredes dos alvéolos centro-acinares, associada ao aumento dos bronquíolosrespiratórios e dos alvéolos que se originamnesses bronquíolos. É a forma mais comum deenfisema em fumantes de cigarro. Os achadostomográficos são de áreas centrolobulares dediminuição da atenuação, usualmente semparedes visíveis, com distribuição não uniforme,predominantemente localizadas nas regiõespulmonares superiores  As arté-rias centrolobulares podem frequentemente seridentificadas no interior das áreas hipodensas.O termo centrolobular é comumente utilizadocomo sinônimo na TC.

 

Enfisema intersticial: Dissecção do interstício pulmonar por ar,tipicamente localizado nos feixes broncovas-culares, nos septos interlobulares e na pleuravisceral, sendo mais frequentemente identificado em neonatos submetidos à ventilação mecânica. O enfisema intersticial dificilmente é reconhecido radiologicamente em adultos e é raramente identificado nos exames de TC. O processo expressa-se como áreas com densidadede ar com distribuição perivascular, peribronco-vascular e/ou ao longo dos septos interlobulares, ou como áreas arredondadas de baixa atenuação simulando pequenas bolhas ou cistos

 

Enfisema panacinar: O enfisema panacinar (panlobular) envolve todas as porções do ácino e, mais ou menos uniformemente, o lóbulo pulmonar secundário.Predomina nos lobos inferiores e representa aforma de enfisema associada à deficiência dealfa-1 antitripsina. O enfisema panacinar se manifesta na TC como uma diminuição generalizadada atenuação pulmonar, com redução do calibre dos vasos sanguíneos nas áreas acometidas, com ou sem distorção dos mesmos. O enfisema panacinar acentuado pode coexistir e combinar com o enfisema centroacinar grave. Na TC, pode ser indistinguível dos achados de bronquiolite constritiva grave.

 

Enfisema parasseptal (acinar distal):  Enfisema que envolve predominantemente osalvéolos distais, seus ductos e sacos alveolares.Caracteristicamente, é delimitado por qualquersuperfície pleural ou septos interlobulares. Na TC,caracteriza-se por áreas de baixa atenuação nasregiões subpleurais e peribroncovasculares, sepa-radas por septo interlobular intacto. Algumas vezes associa-se a bolhas.

 

Espessamento de septos interlobulares: Espessamento dos septos de tecido conjuntivo que separam os lóbulos pulmonares secun-dários. Caracterizado na radiografia por finasopacidades lineares, também denominadas de linhas B de Kerley. Usualmente encontra-se emíntimo contato com a superfície pleural lateral,junto aos seios costofrênicos, apresentando umângulo reto em relação à parede. Atualmente os termos “linhas septais” ou “espessamento septal”têm sido preferidos ao invés de linhas de Kerley. Na TCAR, o espessamento dos septosinterlobulares é caracterizado pela presença deopacidades lineares que delimitam os lóbulospulmonares secundários, mais facilmente carac-terizável na região subpleural, onde tem aspectode linhas perpendiculares à superfície pleural.

Nas regiões centrais dos pulmões, o espessa-mento dos septos de lóbulos adjacentes resultano aspecto de arcadas poligonais. O espessamento septal pode ser secundário à alteração dequalquer um de seus componentes (veias, vasoslinfáticos ou tecido conectivo) e é um achado comum a várias alterações pulmonares, emborasua presença seja particularmente destacadanos casos de edema pulmonar e de linfangitecarcinomatosa. O espessamento septal podeser do tipo liso nodular ou irregular. Essa diferenciação pode ajudar nodiagnóstico diferencial das diversas etiologias.

 

Faveolamento (favo de mel): Cistos pulmonares criados pela destruiçãode espaços aéreos distais, por fibrose do parên-quima pulmonar, com desarranjo da arquiteturade ácinos e bronquíolos. Os cistos de faveola-mento são revestidos por epitélio bronquiolarmetaplásico e representam o estágio terminalde várias doenças pulmonares. Na TCAR,caracteriza-se por múltiplos cistos, em geral delocalização subpleural, com diâmetros semelhantes (tipicamente de 0,3-1 cm), agrupadosem camadas e compartilhando paredes bemdefinidas de 1-3 mm de espessura

Representa um marcador tomográfico de fibrose pulmonar. As causas principais incluem fibrosepulmonar idiopática, colagenoses, pneumonitepor hipersensibilidade crônica, reações pulmo-nares medicamentosas e asbestose.

Deve serdiferenciado de enfisema parasseptal e de bronquiolectasia de tração

 

Linhas intralobulares: Caracterizadas na TCAR como imagenslineares finas no interior do lóbulo pulmonarsecundário e, quando acentuadas, resultam em um aspecto rendilhado fino. Este achado pode ser encontrado em diversas situações, destacando-se as doenças fibrosantes (por ex.: pneumonia intersticial usual) e aquelas asso-ciadas ao padrão de pavimentação em mosaico(por ex.: proteinose alveolar).

 

Lóbulo pulmonar secundário: Menor unidade anatômica pulmonar delimi-tada por septo de tecido conjuntivo. Apresenta aspecto poliédrico, mede 1,0-2,5 cm de diâmetroe contém um número variado de ácinos. O centro do lóbulo é formado pelo conjunto bronquíolo-artéria pulmonar, vasos linfáticos einterstício adjacente. Em sua periferia, o tecidoconjuntivo forma septos finos denominadosde septos interlobulares, onde se encontrampequenas veias pulmonares e vasos linfáticos. Os septos interlobulares empacientes normais são identificados, de formamelhor, nas regiões periféricas anterior, laterale justa mediastinal dos lobos superiores e médio,assim como na periferia da região diafragmá-tica anterior dos lobos inferiores, tendendo aapresentar-se de forma incompleta ou ausentenas demais regiões do pulmão. São facilmentereconhecíveis na TCAR sempre que o interstícioseptal estiver comprometido

 

Massa: Qualquer lesão expansiva pulmonar, pleural,mediastinal ou da parede torácica, com densi-dade de partes moles, de gordura ou óssea,maior que 3 cm, com contornos pelo menosparcialmente definidos, fora de topografiacissural, independentemente das característicasde seus contornos ou da heterogeneidade de seuconteúdo.

 

Nódulo: Opacidade focal arredondada, ou pelo menosparcialmente delimitada, menor que 3,0 cm de diâmetro, geralmente com densidade de partes moles ou de cálcio. Quando menor que10 mm, sugere-se qualificá-lo como “pequeno nódulo”. Se menor que 3 mm, o termo “micronódulo” pode ser empregado.

Deve ser descritode acordo com as características de suas margens(mal definidas ou bem definidas), e também quanto à localização e distribuição (randômica,perilinfática, centrolobular ou pleural). Quanto à atenuação, o nódulo pode ser classificado comosólido , quando obscurece completamente o parênquima; não sólido (atenuação emvidro fosco) quando não obscurece as margensvasculares e paredes brônquicas  ou parcialmente sólido ou semissólido (opaci-dade em vidro fosco com áreas sólidas), quandoobscurece parcialmente as margens vasculares eas paredes brônquicas

 

Oligoemia Redução focal, regional ou generalizada dovolume sanguíneo pulmonar. A oligoemia apresenta-se como uma diminuição do calibre e do número de vasos pulmonares em regiões específicas ou difusamente, indicando que o fluxosanguíneo é menor que o habitua

 

Opacidade (atenuação) em vidro fosco Na TC, corresponde ao aumento da densidadedo parênquima pulmonar em que permanecem visíveis os contornos dos vasos e brônquios no interior da área acometida por um processo patológico . Este padrão de imagemestá relacionado a espessamento do interstício, preenchimento parcial de espaços aéreos,colapso parcial de alvéolos, aumento do volume sanguíneo capilar ou ainda a uma associação desses mecanismos.

Deve ser distinguidade “consolidação”, na qual osvasos não são identificáveis no interior da áreade pulmão comprometido.

 

Opacidade linear: Imagem linear fina, alongada, com densidadede tecido de partes moles. Raramente, a presençade calcificação ou de material estranho podeaumentar a atenuação. É um termo não espe-cífico e de etiologias diversas. Recomenda-se,sempre que possível, utilizar terminologias maisespecíficas, tais como “atelectasia laminar”,“banda parenquimatosa” e “espessamento deseptos interlobulares”.

 

Opacidade pendente: Opacidade subpleural em regiões pulmonarespendentes, que correspondem a áreas de atelec-tasia decorrente do decúbito. Ocorre nas regiõesposteriores quando o paciente encontra-se emdecúbito dorsal (Figura 39a) e nas regiões ante-riores, quando em decúbito ventral. Desaparececom a mudança de decúbito

 

Padrão de árvore em brotamento: Opacidades ramificadas centrolobulares,com pequenas nodulações nas extremidades,assemelhando-se ao aspecto do brotamento dealgumas árvores  Representam,na maior parte dos casos, bronquíolos dilatados e preenchidos por material patológico,embora possa também estar relacionado com a infiltração do tecido conjuntivo peribroncovascular centrolobular ou, ocasionalmente, com a dilatação ou o preenchimento (por ex.: metástases intravasculares) das artérias pulmonares centrolobulares. Significa, em geral, doençadas vias aéreas, sendo particularmente comum em processos infecciosos (por ex.: tuberculose,broncopneumonia e bronquiolite infecciosa),mas pode ser encontrado também numa série de outras afecções (por ex.: bronquiectasias, fibrose cística e panbronquiolite).

 

Padrão de atenuação (perfusão) em mosaico: Aparência em retalho de regiões com atenu-ações distintas que pode representar doençaparenquimatosa infiltrativa, enfermidade obli-terativa de pequenas vias aéreas ou afecçãovascular oclusiva  O aprisionamento aéreo secundário à obstrução brônquicaou bronquiolar pode produzir focos parenquimatosos de redução da atenuação, que se acentuam nas imagens de TC obtidas em fase expiratória. Na enfermidade obliterativa de pequenas vias aéreas e na afecção vascular oclusiva, asáreas com atenuação diminuída são as anor-mais e geralmente contêm vasos pulmonares em número e tamanho menor que o pulmão normaladjacente, que pode ter atenuação normal ou aumentada (por causa do redirecionamentodo fluxo sanguíneo). O padrão de atenuaçãoem mosaico pode também ser produzido pordoença pulmonar parenquimatosa, caracterizadapor opacidade em vidro fosco, sendo que nessacondição as áreas de maior atenuação repre-sentam as regiões acometidas, e as outras zonascaracterizam focos de pulmão preservado.

 

Padrão de pavimentação em mosaico:  Superposição de opacidades em vidro fosco,linhas intralobulares e espessamento de septos interlobulares . A interface entre opulmão normal e o acometido tende a ser bemdelimitada nesse padrão de lesão pulmonar. Esse padrão foi inicialmente identificado em pacientes com proteinose alveolar pulmonar mas tambémé encontrado em outras doenças pulmonaresdifusas nas quais os compartimentos intersticiale alveolar estão comprometidos (por ex.: hemor-ragia pulmonar). O termo em inglês é “crazy paving

 

Padrão nodular centrolobular:  Padrão de distribuição de pequenos nódulosque ocupam a porção central do lóbulo pulmonar secundário, em geral relacionado a doenças do bronquíolo, da artéria pulmonar ou da bainhaconjuntiva peribroncovascular.A principal característica tomográfica é que eles mantêm alguns milímetros de separação da superfície pleural e das fissuras  As causas mais comuns são as doenças que ocorrem por inalação (porex.: pneumonite por hipersensibilidade, silicose ebronquiolite respiratória). Se acompanhados por padrão de árvore em brotamento , as causas infecciosas devem ser lembradas (por ex.:tuberculose e broncopneumonia)

 

Consultoria

Make a Donation Button

Avalie o site

Avalie o site

  • Excelente (96%, 80 Votes)
  • Bom (4%, 3 Votes)
  • Ruim (0%, 0 Votes)
  • Pode melhorar (0%, 0 Votes)
  • No Comments (0%, 0 Votes)

Total Voters: 83

Loading ... Loading ...

+ acessados aqui

RSS CBR